
Rebeca e Cândido Albuquerque pelo mundo. Fotos: Reprodução
Símbolo da antiga Rota da Seda e ainda fora do circuito tradicional dos viajantes brasileiros, a cidade de Samarkand, no Uzbequistão, foi palco de uma experiência que uniu história milenar, espiritualidade e um reencontro improvável.
Em roteiro pela Ásia Central, Rebeca e Cândido Albuquerque exploraram um dos mais importantes centros do mundo islâmico entre os séculos XIV e XV. Entre cúpulas azul-turquesa, madrassas revestidas por mosaicos geométricos e monumentos que atravessam gerações, o casal mergulhou no legado de Amir Timur, também conhecido como Tamerlão, responsável por transformar a cidade na capital de um dos impérios mais influentes da região.
No icônico Registan, cartão-postal da cidade, a grandiosidade arquitetônica impressiona e traduz o esplendor de uma era marcada por ciência, arte e poder. Já no mausoléu Gur-e-Amir, onde repousa Timur, a atmosfera solene reforça o peso histórico que moldou a identidade local.
A jornada ganhou dimensão espiritual no complexo Shah-i-Zinda e no mausoléu atribuído ao profeta Daniel, figura reverenciada por diferentes tradições religiosas, revelando o encontro simbólico entre culturas, crenças e civilizações.
Foi nesse cenário de narrativas ancestrais que surgiu um momento inesperado: o reencontro casual com Wayne e Cláudio Moteira. Em plena Ásia Central, conexões brasileiras reafirmaram que o mundo pode ser vasto, mas as histórias seguem se cruzando.
Mais do que turismo, a passagem por Samarkand traduz uma nova forma de viajar: imersão cultural, aprendizado histórico e experiências que conectam passado e presente — agora também com sotaque brasileiro.
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