CRAQUES EXTRAORDINÁRIOS
Copa do Mundo 2026 deverá marcar as despedidas de Cristiano Ronaldo e Messi
Por Marcelo Cabral - Em 13/06/2026 às 7:22 PM
A Copa do Mundo FIFA 2026 já nasceu histórica antes mesmo de sua bola rolar. Mais do que a grandiosidade inédita do torneio, que será disputado em três países, o evento carrega um simbolismo raro: pode marcar o último capítulo, em Copas do Mundo, de dois dos maiores nomes da história do futebol – Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi disputaram sete copas do mundo, cada, durante as suas carreiras
Protagonistas de uma criatividade que transcendeu o esporte e definiu uma geração, ambos chegam ao ciclo de 2026 com trajetórias consagradas, números extraordinários e um legado que já os coloca entre os imortais do futebol mundial.
Gênio completa sua obra

Lionel Messi deve anunciar a aposentadoria em Copas do Mundo
Se durante anos lhe faltava a consagração máxima com a seleção da Argentina, Lionel Messi transformou a narrativa ao conduzir a equipe sul-americana ao título na Copa do Mundo de 2022, no Catar. Uma conquista que redefiniu sua posição na história.
Formado no FC Barcelona, onde construiu uma carreira lendária, Messi acumulou múltiplas Bolas de Ouro, títulos da Champions League e recordes individuais que desafiam a lógica. Sua leitura de jogo, precisão técnica e capacidade de decidir partidas o tornaram referência estética e competitiva do futebol moderno.
A Copa de 2026 surge, portanto, como uma possível despedida em tom poético: não mais como busca por validação, mas como celebração de um ciclo completo.
Longevidade e ambição

Cristiano Ronaldo também não deve disputar novos mundiais
Do outro lado, Cristiano Ronaldo construiu sua trajetória sobre disciplina, potência física e uma ambição inabalável. Revelado pelo Sporting CP e elevado ao estrelato no Manchester United, atingiu o auge no Real Madrid, onde se tornou o maior artilheiro da história do clube e um dos maiores goleadores do futebol mundial.
Com títulos por clubes em diferentes ligas europeias e a conquista da Eurocopa de 2016 com Portugal, CR7 consolidou-se como um símbolo de consistência e superação. Sua presença em alto nível por mais de duas décadas redefine os limites da longevidade no esporte de elite.
A provável última Copa do Mundo de sua história representa, para ele, mais uma oportunidade de reafirmar sua competitividade – traço que nunca se dissipou.
Adeus que encerra uma era
A Copa do Mundo FIFA 2026 não será apenas mais uma edição do maior torneio do futebol, com diversos números que impressionam a todos. Ela pode representar o fim de um dos capítulos mais emblemáticos da história esportiva contemporânea.
Messi e Cristiano Ronaldo não apenas dividiram prêmios, recordes e manchetes – eles moldaram uma geração inteira de torcedores, elevaram o padrão técnico do jogo e transformaram o futebol em espetáculo global contínuo.
Se esta for, de fato, a última dança de ambos no palco das Copas, o mundo assistirá não apenas a jogos, mas a um rito de passagem. O adeus definitivo de uma rivalidade que, por mais de 15 anos, definiu o que significa ser extraordinário no futebol.
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