AVALIAÇÃO DA SUDENE

Fortaleza registra o melhor índice de governança entre as capitais nordestinas

Por Marcelo - Em 23 de dezembro de 2020

Ao alcançar a média 7,04 no Índice de Governança Municipal, Fortaleza ficou em primeiro lugar no ranking das capitais nordestinas realizado pela Sudene, no qual é feita uma análise completa da qualidade da administração, levando em conta a sua gestão, suas finanças e o seu nível de desempenho.

Fortaleza teve a maior média no quesito gestão, com 8,10                               Foto: Divulgação

A capital cearense superou todas as concorrentes, sendo que a segunda colocada, Salvador, teve nota de 6,87 no ranking do IGM, que vai de 0 a 10. O terceiro lugar ficou com João Pessoa (6,49), em quarto Natal (6,08) e em quinto Teresina (5,89).

Na sequência vieram Aracaju (5,79), Recife (5,68), Maceió (5,62) e São Luís (4,95), respectivamente. O estudo denominado Ranking Sudene IGM/CFA 2020, analisou as médias de 1990 municípios que integram a área de abrangência da Sudene.

Segundo o superintendente da Sudene, o levantamento serve como um norteador das políticas públicas dos municípios. “O projeto dá cumprimento ao estabelecido no eixo 6 do PRDNE, que trata do desenvolvimento institucional e do fortalecimento das gestões locais”, disse Evaldo Cruz Neto.

Roberto Cláudio realizou uma administração campeã na capital cearense

Ainda segundo o ranking da Sudene, Fortaleza obteve a média mais alta em gestão, com um total de 8,10 – refletindo o bom trabalho realizado pelo prefeito Roberto Cláudio e sua equipe. Já nas finanças, a capital cearense chegou a 6,80 e em desempenho registrou média de 6,23.

Na opinião de Evaldo Neto, o estudo aprofundado das informações reveladas pelo índice possibilitará a identificação das principais adversidades enfrentadas pelos municípios, de forma individualizada, de forma a permitir o direcionamento de ações específicas para cada uma delas.

As três dimensões analisadas pelo levantamento têm indicadores que permitem verificar o desempenho dos gestores municipais em: finanças (investimento per capita, setor fiscal, equilíbrio previdenciário); gestão (ações em áreas prioritárias como segurança, educação, habitação, saúde e vulnerabilidade social) e desempenho (ações dos prefeitos em planejamento, investimento, corpo de servidores e transparência).

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