CONVIVÊNCIA E ENTRETENIMENTO

Iguatemi Bosque destaca novo papel do varejo durante a Copa do Mundo 2026

Por Marcelo Cabral - Em 12/06/2026 às 2:08 PM

A Copa do Mundo 2026 extrapola o campo e se consolida como motor de experiências no varejo – movimento que ganha força no Iguatemi Bosque, em Fortaleza. Durante o período da competição, o shopping amplia sua proposta de atuação ao integrar consumo, entretenimento e convivência em uma agenda que transforma o ato de comprar em experiência.

Clima da Copa está presente em várias ativações dentro do Iguatemi Bosque                 Foto: Divulgação

A campanha ‘Torcida Iguatemi’ conecta o ambiente de compras a ativações temáticas, criando uma jornada que envolve o cliente antes, durante e depois dos jogos. A dinâmica inclui sorteios de kits premium, reforçando o apelo promocional, mas o diferencial está na construção de atmosfera.

Nesse contexto, espaços como a exposição ‘Praça dos Campeões’ funcionam como ponto de conexão emocional, resgatando a memória das conquistas da Seleção Brasileira de Futebol e ampliando o tempo de permanência do público no empreendimento.

A transmissão dos jogos nas praças de alimentação e restaurantes parceiros reforça um movimento cada vez mais evidente: o shopping como palco de encontros. Marcas como Santa Grelha, Coco Bambu, e Outback integram essa experiência ao unir gastronomia e entretenimento em tempo real.

Wellington Oliveira, Priscila Mesquita, Elirdes Costa e Alex Façanha na inauguração da Praça dos Campeões            Foto: Aldaíla Bongiovi/Portal IN

Para o superintendente do Iguatemi Bosque, Wellington Oliveira, o objetivo é ampliar a conexão com o público de forma coletiva. “A Copa do Mundo é um evento que mobiliza pessoas de diferentes idades e cria momentos de conexão e celebração. Queremos oferecer aos nossos clientes a oportunidade de vivenciar a emoção dos jogos da Seleção Brasileira em um ambiente confortável, com opções de gastronomia e entretenimento que tornam a experiência ainda mais especial”, explica.

A estratégia revela uma mudança estrutural no varejo. Mais do que centros de compras, os shoppings passam a operar como hubs de convivência, onde eventos globais são traduzidos em experiências locais. No fim, a Copa do Mundo deixa de ser apenas um espetáculo esportivo – e se transforma em uma oportunidade de engajamento, permanência e conexão com o consumidor.

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