Infraestrutura

Marquise Ambiental recebe comitiva da GRI Institute e reforça protagonismo na agenda de energia limpa

Por Marlyana Lima - Em 08/04/2026 às 2:26 PM

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Suzana Marinho é diretora da GNR Fortaleza – Foto: Divulgação

Fortaleza entrou no circuito global da infraestrutura ao sediar uma agenda técnica do Infra Nordeste GRI (Global Reporting Initiative) 2026, que reuniu executivos e investidores de setores estratégicos como energia, saneamento, mobilidade e infraestrutura social. A programação incluiu visitas à usina produtora de biometano GNR Fortaleza e ao Aterro Metropolitano — operação conduzida pela Marquise Ambiental que vem se consolidando como referência em soluções integradas.

Na prática, o que se apresentou foi um modelo já em escala. A GNR Fortaleza, fruto de parceria entre Marquise Ambiental e MDC, é hoje a maior planta de biometano do Norte e Nordeste e a segunda maior do país. A unidade transforma resíduos sólidos em energia limpa, com capacidade de evitar, em média, mais de 445 mil toneladas de CO₂ por ano.

O projeto evidencia uma lógica cada vez mais presente na agenda global: integração entre gestão de resíduos, geração energética e redução de emissões como vetor de eficiência e sustentabilidade. Para Suzana Marinho, diretora da GNR Fortaleza, a operação traduz esse movimento. “Receber representantes de uma organização global como a GRI é uma oportunidade de mostrar, na prática, como soluções sustentáveis já estão sendo implementadas com impacto real”, afirma.

Eficiência operacional

A leitura é reforçada por Hugo Nery, diretor-presidente da Marquise Ambiental, que destaca a necessidade de escala e viabilidade econômica. “Reduzir emissões exige novas fontes, eficiência operacional e capacidade de implementação. O biometano se insere exatamente nesse ponto, ao transformar resíduos em energia e contribuir para diversificar a matriz energética”, pontua.

Além das visitas técnicas, o evento promoveu debates estratégicos no Hotel Gran Marquise, reunindo lideranças para discutir caminhos para uma matriz energética mais limpa e eficiente.

A presença de players como BNDES, BR Partners, Alstom, Elera Renováveis e WTW reforça o peso institucional do encontro e sinaliza um movimento claro: o Nordeste passa a ocupar posição relevante na agenda de infraestrutura e transição energética no Brasil.

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