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Banco Pan deixa a Bolsa após conclusão da incorporação pelo BTG Pactual

Por Redação - Em 26/01/2026 às 10:38 AM

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O fim das negociações dos papéis do Pan marca o encerramento de uma trajetória como companhia listada de forma independente e reforça a posição do BTG como um dos principais players do sistema financeiro brasileiro

O BTG Pactual finalizou a incorporação do Banco Pan, encerrando a negociação dos papéis do Pan na B3 e consolidando a instituição como parte integral de sua estrutura societária. A operação foi concluída após o cumprimento das condições regulatórias, inclusive a aprovação do Banco Central, e tornou-se efetiva no fechamento do pregão de 23 de janeiro de 2026.

Com a conclusão da transação, os antigos acionistas do Banco Pan — exceto o Banco Sistema, veículo já ligado ao BTG — deixaram de ver as ações do Pan (BPAN4) serem negociadas na bolsa e passarão a negociar apenas as Units do BTG Pactual sob o código BPAC11.

No processo de incorporação, o BTG Pactual emitiu 54,6 milhões de ações ordinárias e 109,2 milhões de ações preferenciais classe A, perfazendo um total de 54,6 milhões de Units, que foram distribuídas aos acionistas do Pan conforme a relação de troca estabelecida. Cada ação do Pan foi convertida em 0,2157 Unit do BTG na data de liquidação, e as novas Units serão creditadas nas contas dos investidores no dia 28 de janeiro de 2026.

Eventuais frações resultantes da conversão serão agrupadas e vendidas no mercado à vista, com os valores líquidos repassados proporcionalmente aos acionistas, segundo informações divulgadas pelas instituições.

A incorporação do Pan pelo BTG Pactual é parte de uma estratégia mais ampla de integração operacional e expansão do alcance de mercado, unificando a presença do banco no segmento de varejo com sua atuação tradicional em investimentos e serviços financeiros mais sofisticados.

O fim das negociações dos papéis do Pan marca o encerramento de uma trajetória como companhia listada de forma independente e reforça a posição do BTG como um dos principais players do sistema financeiro brasileiro, com uma base acionária mais concentrada e uma estrutura societária simplificada.

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