O Ceará registrou um desempenho expressivo na geração de empregos formais em 2025, impulsionados pela política de incentivos fiscais do Governo do Estado. Ao longo do ano, mais de 133 mil postos de trabalho com carteira assinada foram mantidos por empresas beneficiadas pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI), o maior resultado registrado desde 2020 e um crescimento de 3% em relação a 2024.

Incentivos promovem a atração de novas empresas e geração de empregos Foto: Ascom/Adece
O levantamento, realizado pela Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), responsável pela operacionalização do FDI, evidencia o papel estratégico dos incentivos fiscais na transformação econômica e social do Estado. Milhares de cearenses tiveram suas trajetórias impactadas positivamente pelas oportunidades geradas por esses empreendimentos, com destaque para os setores calçadista, responsável por 54.922 empregos, de produtos alimentícios (16.111), têxtil (10.884), varejo (6.960) e metalurgia (6.249).
“O nosso compromisso é fazer o desenvolvimento chegar à vida das pessoas. Quando fortalecemos a indústria e criamos um ambiente seguro para quem investe no Ceará, estamos garantindo emprego, renda e dignidade para milhares de famílias. Os números mostram que a política de incentivos do Estado cumpre esse papel, ao gerar oportunidades e reduzir desigualdades regionais”, afirmou Elmano de Freitas, governador do Ceará.
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) reforçam essa relevância. No acumulado de 2025, as empresas incentivadas responderam por mais de 41% dos empregos formais gerados no setor industrial cearense, consolidando a política de incentivos como um dos pilares do desenvolvimento econômico do Estado.
Impacto regional relevante
Para o presidente da Adece, Danilo Serpa, o resultado reflete a efetividade de uma estratégia que vai além da atração de investimentos. “A política de incentivos liderada pelo governador Elmano de Freitas vai além da atração de empresas. Ela promove desenvolvimento regional, fortalece cadeias produtivas e amplia oportunidades de emprego em todo o Ceará. Quando uma fábrica é instalada em um município, ela transforma a região inteira e movimenta outros negócios. Os números de 2025 comprovam que essa estratégia tem impacto direto na geração de renda das famílias cearenses e no fortalecimento da economia estadual”, destaca.
O estudo da Adece também revela a capilaridade dos efeitos da política industrial, com maior participação dos empregos incentivados em regiões do interior. Sertão de Crateús (33,40%), Litoral Oeste/Vale do Curu (30,71%), Sertão de Canindé (24,62%), Sertão de Sobral (21,91%) e Vale do Jaguaribe (19,89%) figuram entre as áreas mais beneficiadas, evidenciando a contribuição para a redução das desigualdades regionais.
Na avaliação do titular da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE), Domingos Filho, os resultados refletem uma estratégia consistente de modernização econômica. “O crescimento da indústria e a solidez na criação de postos de trabalho são frutos diretos do empenho do governador Elmano de Freitas em modernizar nossa economia e os excelentes resultados refletem isso. Ele tem sido incansável na articulação de políticas públicas que garantem segurança jurídica e competitividade ao nosso Estado. Como resultado dessa visão estratégica, o Ceará se consolida hoje como um destino seguro para o capital privado, onde o desenvolvimento caminha lado a lado com a geração de emprego e renda para o nosso povo”, afirma.
Com números recordes e impacto social concreto, o Ceará inicia 2026 consolidando sua posição como um dos principais polos de atração e expansão industrial da Região Nordeste. Sempre combinando crescimento econômico, geração de empregos e desenvolvimento regional sustentável.

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