Capital espacial

SpaceX articula IPO de até US$ 1,75 trilhão com 21 bancos e mira maior estreia da história

Por Redação - Em 01/04/2026 às 10:16 AM

Spacex

Cinco instituições lideram a estruturação do IPO: Morgan Stanley, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup

A SpaceX avançou na estruturação de sua oferta pública inicial (IPO) ao reunir pelo menos 21 bancos de investimento para coordenar a operação, batizada internamente de “Projeto Apex”. A movimentação posiciona a empresa de Elon Musk no centro de uma das aberturas de capital mais aguardadas dos últimos anos, com potencial de redefinir o mercado global de ações.

A operação, prevista para ocorrer ainda em 2026, pode avaliar a companhia em cerca de US$ 1,75 trilhão, colocando-a entre as maiores empresas listadas do mundo caso a estimativa se confirme. O porte da oferta levou à formação de um amplo sindicato de bancos, considerado um dos maiores já organizados para esse tipo de transação em Wall Street.

Cinco instituições lideram a estruturação do IPO: Morgan Stanley, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup, responsáveis pela coordenação global da oferta. Outras 16 instituições participam em funções complementares, atuando na distribuição para investidores institucionais, clientes de alta renda e varejo em diferentes regiões.

O tamanho do consórcio reflete a complexidade e a escala da operação, que deve atrair demanda internacional significativa. A estratégia inclui a divisão de responsabilidades entre bancos e a ampliação do alcance geográfico da oferta, visando maximizar a captação e a liquidez das ações no momento da estreia.

Além do volume financeiro, o IPO da SpaceX tende a se destacar por possíveis mudanças na estrutura tradicional de ofertas. Há discussões no mercado sobre maior participação de investidores de varejo, o que pode alterar o perfil de distribuição das ações e influenciar o comportamento dos papéis após a listagem.

Se confirmada, a operação pode superar referências históricas e consolidar 2026 como um ano relevante para grandes aberturas de capital, em um cenário de retomada das listagens globais e crescente interesse por empresas de tecnologia e inovação.

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