INVESTIMENTOS EXCLUSIVOS
Bolsas Hermès se consolidam como ativo de luxo e superam retornos do mercado financeiro
Por Redação - Em 06/09/2025 às 12:01 AM

Peças raras da Hermès seguem em valorização. Nos últimos dez anos, esses itens registraram retorno médio de 13,9% ao ano
Símbolos máximos de exclusividade, as bolsas Birkin e Kelly, da Hermès, continuam despertando desejo e, cada vez mais, atraindo investidores. A dificuldade de acesso — restrita a até duas unidades por cliente ao ano e apenas após um histórico de relacionamento com a marca — transformou esses modelos em artigos de altíssima liquidez no mercado de segunda mão.
Enquanto gigantes do setor de luxo, como a LVMH, enfrentam queda de até 30% em suas ações devido a tensões comerciais globais, peças raras da Hermès seguem em valorização. Nos últimos dez anos, esses itens registraram retorno médio de 13,9% ao ano, ou cerca de 270% acumulados, superando amplamente índices como Ibovespa (3,3%), CDI (1,6%) e até mesmo o ouro (5,6%).
Segundo Lilian Marques, CEO da Front Row, maior plataforma brasileira de revenda de artigos de luxo, a durabilidade é um diferencial. Bolsas de décadas passadas seguem sendo comercializadas em perfeito estado, principalmente quando acompanhadas de acessórios originais e após passarem por manutenções periódicas.
No entanto, especialistas alertam que nem todo produto de grife gera valorização. Enquanto roupas e sapatos tendem a perder relevância com o tempo, bolsas icônicas da Hermès, especialmente em edições limitadas, consolidam-se como investimentos comparáveis ao mercado de arte, exigindo curadoria, estratégia e bom momento de revenda.
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