Inverno Europeu

David Moura do Carmo encontra em Zermatt o equilíbrio entre esporte e luxo casual

Por Jussara Beserra - Em 04/02/2026 às 5:26 PM

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David Moura do Carmo em dia de ski em Zermatt. Fotos: Reprodução

Sob o olhar imponente do Matterhorn e cercada por uma atmosfera de sofisticação alpina, Zermatt ocupa um lugar especial no roteiro do jet setter David Moura do Carmo. O destino suíço voltou a receber o brasileiro, reforçando sua conexão com uma estação onde o ski é protagonista e o lifestyle acontece de forma natural.

A relação de David com o ski começou cedo e evoluiu junto com seu repertório de destinos. Foi em Courchevel que ele teve os primeiros contatos com as pistas e desenvolveu um olhar atento para o inverno europeu. “Aprendi a esquiar em Courchevel e, até hoje, tenho um carinho muito grande pela estação francesa.”, relembra.

Paraíso suíço

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David Moura do Carmo e Johan Olsson em clima de inverno europeu

No início deste ano, depois de passar por Kitzbühel, na Áustria, David seguiu para o renomado vilarejo alpino em uma viagem a dois, ao lado de Johan Olsson. O destino passou a ocupar lugar fixo em seu roteiro de inverno, e a paisagem ajuda a explicar essa escolha. “Zermatt, há um bom tempo, virou uma parada obrigatória para a temporada de ski. Aqui nos sentimos realmente em um cartão-postal de um paraíso suíço”, conta.

Conhecido intimamente como “Toblerone”, o Matterhorn domina a paisagem e simboliza um destino onde o esporte é protagonista. “Enquanto em lugares como Courchevel e St. Moritz o ver e ser visto virou prioridade, em Zermatt a prática do esporte é o motivo real da viagem”, explica David, que define a atmosfera local como luxo casual.

Nesta temporada, a experiência ganhou um novo ritmo: imersivo, contemplativo e integrado à paisagem. “Optamos por ficar na montanha, o que deu ainda mais charme à semana. A 2.222 metros de altitude, o Riffelalp serviu de refúgio. O ski in & ski out em Zermatt é raro, e a vista da piscina aquecida com o Matterhorn à frente é algo difícil de descrever”, diz.

Chegar também faz parte da experiência

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David Moura do Carmo e Johan Olsson em deslocamento pelo vilarejo

O acesso exclusivo ao hotel, feito apenas esquiando ou de snowmobile, faz parte do charme. “Até no check-in e no check-out, a moto de neve puxa o trenó que leva as malas até a estação de trem.”, comenta, reforçando como cada detalhe em Zermatt contribui para uma vivência fora do comum.

A experiência ganha ainda mais camadas quando o esporte ultrapassa fronteiras. “O passe de ski de Zermatt também serve para Cervinia, na Itália. Podemos cruzar a fronteira esquiando. É tipo assim: dia de ski na Suíça, uma pausa para uma bela massa com trufas na Itália e retorno para o après-ski do Cervo, que, para mim, é o mais animado”, comenta.

No fim, Zermatt se revela como um destino para quem ama o esporte de verdade e entende que o luxo está em viver bem a experiência, sem excessos.

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