Cultura brasileira

Prêmio APCA 2026 revela vencedores da 70ª edição e destaca cinema, TV e teatro em São Paulo

Por Jussara Beserra - Em 05/05/2026 às 2:05 PM

No Teatro Sérgio Cardoso, a crítica define os destaques do ano - Fotos: Clayton Felizardo / Brazil News

No Teatro Sérgio Cardoso, a crítica define os destaques do ano – Fotos: Clayton Felizardo / Brazil News

A 70ª edição do Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) foi realizada na segunda-feira (4), no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, reunindo atores, músicos, diretores e nomes da cena cultural brasileira. Considerado um dos principais reconhecimentos do país, o prêmio destaca produções em áreas como cinema, televisão, teatro, música e artes visuais, consolidando-se como referência de crítica especializada.

Entre os presentes estavam Isadora Cruz, Thomás Aquino, Irandhir Santos, além de Bruno Mazzeo e Gaby Amarantos. A cerimônia também reuniu profissionais de diferentes linguagens, reforçando o papel do APCA como espaço de convergência artística.

Entre os vencedores do Prêmio APCA 2026, o filme “O Agente Secreto” foi o principal destaque, com três conquistas: Melhor Filme de Ficção, Melhor Ator para Wagner Moura e Prêmio Especial do Júri para Tânia Maria. Já a novela “Guerreiros do Sol” ganhou relevância ao levar os prêmios de Melhor Novela e Melhor Ator, novamente com Irandhir Santos.

A noite também teve momentos de repercussão fora da premiação. Irandhir Santos surgiu ao lado do marido, Roberto Efrem Filho, em uma aparição pública pouco frequente, e encontrou Thomás Aquino na chegada ao evento, evidenciando conexões que atravessam a produção audiovisual contemporânea.

Um dos pontos centrais da cerimônia foi a homenagem a Lima Duarte, reconhecido por sua trajetória como ator, diretor e autor. O tributo dialoga com os 75 anos da televisão brasileira, reforçando a permanência do meio na formação cultural do país.

Ao completar sete décadas, o Prêmio APCA reafirma sua posição como um dos principais indicadores de relevância artística no Brasil, funcionando como contraponto à lógica de popularidade imediata e ampliando a visibilidade de obras que definem o cenário cultural.

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