Expansão Aérea

JHSF busca aval para operar voos comerciais no Aeroporto Catarina, em São Paulo

Por Marlyana Lima - Em 22/01/2026 às 9:15 PM

Operações 24 Horas Para Voos Domésticos E Internacionais, Incluindo Finais De Semana E Feriados.

Catarina mantém operações 24 horas para voos executivos – Fotos: Reprodução / Instagram

A JHSF Participações iniciou movimentações para obter autorização e operar voos comerciais a partir de seu aeroporto executivo privado localizado próximo à cidade de São Paulo. Se for aprovada, a medida pode remodelar a maneira como o tráfego aéreo é administrado na região mais congestionada do país.

A possível abertura do Aeroporto Catarina para voos comerciais representaria uma expansão relevante da atuação da companhia no segmento de aviação e poderia abrir uma nova fonte de receita.

A empresa começou a operar o Aeroporto Catarina em 2019. Localizado a cerca de 50 quilômetros de São Paulo, o local se apresenta como o primeiro aeroporto internacional do Brasil dedicado exclusivamente à aviação executiva, com funcionamento 24 horas por dia. Caso o projeto seja aprovado, a JHSF teria de erguer um terminal de passageiros e promover outros investimentos na pista.

Mudança em avaliação

O governo federal retomou estudos para permitir que aeroportos privados recebam voos comerciais no Brasil. O tema está atualmente sob avaliação do Ministério de Portos e Aeroportos, que aguarda parecer da área jurídica para definir como as regras para esse tipo de operação deveriam ser estruturadas.

Embora o debate sobre o Aeroporto Catarina não seja novo, ele ganhou nova urgência no fim de 2025 devido às limitações de slots em Congonhas, que já opera próximo à capacidade máxima. A restrição dificulta que companhias aéreas adicionem rotas ou aumentem a frequência de voos.

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 Catarina, do Grupo JHSF, é  primeiro aeroporto internacional do Brasil dedicado exclusivamente à aviação executiva

Atualmente, a legislação brasileira permite apenas que aeroportos públicos recebam voos comerciais regulares. O tema é regulado por decreto, mas há entendimento no governo de que a mudança só poderia ocorrer por meio de projeto de lei, ponto que está sob análise da área jurídica do ministério.

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