A recente repercussão do diagnóstico de uma influenciadora com BIA-ALCL, um tipo raro de linfoma associado à prótese mamária, trouxe à tona uma discussão essencial sobre segurança, acompanhamento médico e conscientização entre mulheres que realizaram cirurgia de implantes de silicone.
Diante do episódio, a clínica Ita destacou a importância da avaliação periódica e da atenção a sinais clínicos que possam indicar alterações tardias nas mamas.
Segundo o fundador da instituição e especialista em cirurgias mamárias, Dr. Alfredo Lima, o BIA-ALCL não se trata de um câncer de mama, mas de um linfoma que, na maioria dos casos, se desenvolve na cápsula formada ao redor do implante.
Entre os principais sinais de alerta está o aumento súbito do volume mamário, geralmente provocado por acúmulo de líquido. Dor, endurecimento local e assimetria também podem surgir como manifestações clínicas relevantes.
“Apesar de ser uma complicação extremamente rara, o risco existee e precisa ser conhecida. O mais importante é que, quando o diagnóstico é feito precocemente, o tratamento costuma ser simples e com excelente prognóstico, geralmente através da retirada da prótese e da sua cápsula, sem necessidade de químio ou radioterapia.”, explica o médico.
A orientação da clínica enfatiza que mulheres com implantes mamários devem manter acompanhamento médico regular, especialmente após muitos anos da cirurgia, buscando avaliação especializada sempre que qualquer alteração for percebida.
Em um cenário no qual a medicina preventiva ganha protagonismo, o episódio reforça que informação e monitoramento contínuo permanecem como pilares da segurança em procedimentos estéticos de longo prazo.


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