NEGÓCIOS E TURISMO

Timeshare cresce e Beach Park converte previsibilidade em um ativo estratégico

Por Marcelo Cabral - Em 05/06/2026 às 4:05 PM

Planejar férias deixou de ser apenas uma decisão pontual na vida das pessoas, para se tornar uma estratégia de longo prazo. Esse movimento ajuda a explicar o avanço consistente do modelo de turismo compartilhado no Brasil – o chamado timeshare – e o protagonismo do Beach Park nesse cenário.

Férias à beira-mar, sol e calor são o sonho de consumo da maioria dos viajantes         Fotos: Divulgação

Ao completar 20 anos, o Beach Park Vacation Club se consolida como um dos principais exemplos de maturidade do timeshare no País. Isso porque foca o seu trabalho operacional justamente naquele ponto no qual o turismo costuma ser mais vulnerável: a sazonalidade.

Ao garantir fluxo contínuo de hóspedes ao longo do ano, o programa estabiliza a ocupação dos resorts e reduz a dependência dos picos tradicionais de demanda. Hoje, cerca de 40% dos leitos do grupo são ocupados por clientes recorrentes do modelo – um indicador que traduz previsibilidade em receita.

Mais do que fidelização, o sistema construiu um novo comportamento de consumo. Famílias passaram a antecipar decisões de viagem, protegendo-se das oscilações de preço e incorporando o planejamento de férias ao orçamento de forma estruturada.

Visitantes recorrentes

Com uma base ativa que supera 23 mil famílias, o programa também impacta diretamente o ecossistema do destino. A recorrência de visitantes sustenta o consumo em toda a cadeia – do parque aquático à gastronomia e às experiências da Vila Azul do Mar. Ao longo de seus 20 anos de trajetória, cerca de 492 mil famílias já foram atendidas pelo programa.

Parque aquático também é impactado de forma consistente pelas ações do programa de timeshare

Outro vetor relevante está na internacionalização. A parceria com a RCI amplia o alcance do modelo, conectando o Ceará a uma rede global de destinos e reforçando a competitividade do produto turístico local. Ao olhar para frente, o desafio passa por atualizar o modelo para uma nova geração de viajantes, cada vez mais orientada por personalização e flexibilidade.

“Com o avanço das novas exigências por experiências personalizadas, o desafio para os próximos anos é continuar atraindo as novas gerações de viajantes, mostrando que a inteligência de planejamento de férias a longo prazo continua sendo um dos ativos mais valiosos do turismo contemporâneo”, afirma Felipe Lima, diretor Comercial do Beach Park.

Todo esse estudo e preparação tem um significado relevante, porque no fim, o que está em jogo não é apenas a questão da hospedagem. É a transformação do turismo em uma lógica de assinatura – previsível, recorrente e cada vez mais estratégica para o setor.

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