Agronegócio

Brasil conquista mais 13 novos mercados para produtos agropecuários

Por Redação - Em 10/06/2026 às 10:44 AM

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Com os novos acordos, o Brasil alcança a marca de 114 aberturas de mercado para produtos do agronegócio apenas em 2026

O Brasil ampliou o acesso de produtos agropecuários nacionais ao exterior com a abertura de 13 novos mercados internacionais. A medida foi formalizada após a conclusão de protocolos sanitários negociados entre o governo brasileiro e autoridades de países da América Latina, África e Eurásia.

Segundo comunicado conjunto dos ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores, os novos acordos envolvem Argentina, Bolívia, El Salvador, Equador, Etiópia, Guiana, Honduras, Nicarágua, Nigéria, Paraguai, República Dominicana, Venezuela e a União Econômica Euroasiática.

Entre as novas oportunidades, a Argentina passou a autorizar a importação de sêmen de pacu-caranha produzido no Brasil. A Bolívia abriu seu mercado para couro bovino salgado, enquanto El Salvador liberou a entrada de material genético bovino brasileiro.

No segmento agrícola, o Equador e a República Dominicana autorizaram a importação de milho pipoca do Brasil. A Guiana aprovou a entrada de sementes de coco, enquanto Honduras passou a permitir a compra de material genético bovino e mudas de cana-de-açúcar. A Nicarágua abriu mercado para sementes de pimenta habanero.

O Paraguai autorizou a importação de sementes de mamona, e a Venezuela liberou a entrada de sementes de maracujá produzidas no Brasil. Já a Nigéria passou a aceitar ovos férteis brasileiros.

Na África, a Etiópia aprovou a importação de farinhas e gorduras de pescado, de ruminantes e de outros animais, além de hemoderivados destinados à alimentação animal.

Outro destaque foi a abertura do mercado da União Econômica Euroasiática, bloco formado por Rússia, Belarus, Casaquistão, Quirguistão e Armênia, que autorizou a entrada da castanha de caju brasileira.

Com os novos acordos, o Brasil alcança a marca de 114 aberturas de mercado para produtos do agronegócio apenas em 2026, reforçando a estratégia de diversificação de destinos para as exportações do setor e ampliando oportunidades para produtores nacionais.

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