RESIDENCIAL PREMIUM

Mota Machado amplia sua atuação no Nordeste com lançamento em São Luís

Por Marcelo Cabral - Em 06/04/2026 às 4:21 PM

A Construtora Mota Machado avança em sua estratégia de expansão regional e prepara o lançamento de um novo empreendimento de alto padrão na capital do Maranhão. Nesta quinta-feira (9), apresentará o Edifício Bossa, projeto residencial que será implantado em São Luís, consolidando a presença da marca em mercados considerados estratégicos no Nordeste.

Edifício Bossa unirá localização privilegiada, muito conforto e alto padrão                    Fotos: Divulgação

O empreendimento ficará situado no bairro Calhau, uma das regiões mais valorizadas da cidade, que vem passando por um processo de sofisticação urbana e atração de investimentos imobiliários. Com proposta contemporânea e foco em qualidade de vida, o Edifício Bossa foi concebido para atender um público exigente, que busca aliar localização privilegiada, conforto e elevado padrão construtivo.

O projeto tem valor geral de vendas (VGV) de R$ 186,4 milhões, terá 60 unidades residenciais, com metragens entre 191 m² e 196 m², priorizando amplitude, funcionalidade e integração dos espaços. Entre os diferenciais, destacam-se a área de lazer completa – incluindo piscina com raia, academia, salão de festas e brinquedoteca – além de ambientes projetados para proporcionar bem-estar e exclusividade.

Estratégia de crescimento

Com mais de cinco décadas de atuação, a Mota Machado vem ampliando sua presença em estados como Maranhão e Piauí, apostando no segmento premium como motor de crescimento. A movimentação reforça o protagonismo de empresas cearenses no cenário regional, acompanhando a valorização de mercados fora dos grandes centros tradicionais.

O lançamento do Edifício Bossa traduz esse momento de expansão, conectando sofisticação, urbanismo e novas oportunidades de investimento em uma das capitais em ascensão no Nordeste. E marcando de forma definitiva a ampliação da construtora no mercado imobiliário nacional.

Residencial terá sua frente integrada à calçada, em uma ação de gentileza urbana da construtora cearense

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Tabuleiro paulista

Governo polarizado e Senado em disputa aberta tensionam a eleição em SP

Por Julia Fernandes Fraga - Em 06/04/2026 às 3:46 PM

Palacio Dos Bandeirantes Sp

O Palácio dos Bandeirantes é a sede do governo paulista. Foto: Governo SP

A eleição em São Paulo avança para sua fase mais concreta com dois movimentos simultâneos: a polarização praticamente definida na corrida ao governo e uma disputa aberta — e congestionada — pelas vagas ao Senado, hoje o principal espaço de negociação política no Estado.

Governo consolida eixo de polarização

A corrida ao Palácio dos Bandeirantes se estrutura entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o ex-ministro Fernando Haddad (PT), em um cenário de baixa fragmentação. Levantamento Atlas/Estadão aponta 49,1% para Tarcísio e 42,6% para Haddad, enquanto candidaturas alternativas permanecem periféricas.

A tendência, segundo analistas, é de uma disputa concentrada, com possibilidade de definição ainda no primeiro turno, a depender do nível de dispersão fora dos dois polos.

Senado concentra disputa e pressiona alianças

Se o governo se encaminha para uma disputa direta, o Senado se torna o eixo mais sensível da montagem política em São Paulo.

No campo da esquerda, nomes como Simone Tebet, recém-filiada ao PSB, e Marina Silva — que decidiu permanecer na Rede — se somam a lideranças como Márcio França (PSB) e Guilherme Boulos (PSOL) em uma disputa que ainda exige acomodação.

Com mais postulantes do que vagas, a definição passa a depender de negociação interna e equilíbrio entre partidos da frente alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com França, em julho deve ser batido o martelo.

Na direita, PL e PP mantêm o cenário em aberto. Circulam nomes como Ricardo Mello Araújo, Marcos Feliciano, Mário Frias e Guilherme Derrite, sob influência do ex-presidente Jair Bolsonaro e com participação ativa de lideranças próximas ao governador Tarcísio.

Leitura IN

Sendo o maior colégio eleitoral do país, São Paulo entra em uma fase de definição estratégica. Com o governo já encaminhado para uma polarização direta, o centro real da disputa migra para o Senado — onde partidos negociam espaço, influência e protagonismo.

É nesse eixo que se dará o ajuste fino das alianças e a distribuição de forças para o próximo ciclo político. Em um Estado que costuma marcar movimentos nacionais, o desenho que emerge entre os paulistas não apenas organiza a eleição local, mas sinaliza o equilíbrio de poder que deve se projetar para Brasília.

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cenário volátil

JPMorgan alerta para impacto da guerra no Irã e projeta juros mais altos no cenário internacional

Por Redação - Em 06/04/2026 às 3:30 PM

Jamie Dimon, Ceo Do Jpmorgan Chase & Co..jpg2

O cenário atual pode levar bancos centrais a manter políticas monetárias mais restritivas, avalia o CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon

O CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, elevou o tom de alerta sobre os efeitos econômicos da guerra no Irã e indicou que o conflito pode provocar uma nova rodada de pressão inflacionária global, com reflexos diretos nas taxas de juros.

Em carta anual aos acionistas, Dimon afirmou que a escalada geopolítica no Oriente Médio aumenta o risco de choques relevantes nos preços de energia e commodities, especialmente o petróleo, o que tende a manter a inflação em patamares elevados por mais tempo.

Segundo o executivo, esse cenário pode levar bancos centrais a manter políticas monetárias mais restritivas, com juros acima do que o mercado vinha projetando para 2026. A avaliação já começa a se refletir nas expectativas financeiras, com investidores reduzindo apostas em cortes de juros no curto prazo.

O impacto se dá principalmente pelo papel estratégico do Oriente Médio no abastecimento energético global. Tensões envolvendo o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, ampliam o risco de alta nos custos de produção e transporte, pressionando cadeias produtivas em escala global.

Além da guerra no Irã, Dimon destacou outros vetores de instabilidade, como o conflito na Ucrânia e as tensões comerciais com a China, que, combinados, reforçam um ambiente de incerteza prolongada para a economia internacional.

Apesar dos riscos, o executivo avalia que a economia dos Estados Unidos segue resiliente, sustentada por estímulos fiscais, investimentos em infraestrutura e expansão de capital em tecnologia, especialmente em inteligência artificial.

No campo financeiro, Dimon também chamou atenção para o mercado de crédito privado, estimado em cerca de US$ 1,8 trilhão. Embora não veja risco sistêmico imediato, ele alertou para possíveis perdas acima do esperado em um cenário de deterioração do ciclo econômico, em razão de padrões de crédito mais flexíveis e menor transparência.

A leitura do JPMorgan reforça o entendimento de que o atual ciclo econômico global passa a ser cada vez mais influenciado por fatores geopolíticos, com potencial de prolongar o período de juros elevados e redefinir estratégias de investimento em mercados desenvolvidos e emergentes.

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