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Roubo de obras milionárias de Renoir, Cézanne e Matisse expõe vulnerabilidade de museu italiano

Por Marlyana Lima - Em 30/03/2026 às 2:49 AM

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“Odalisca no Terraço”, de Matisse, foi uma das obras roubadas – Foto : Reprodução CP

Um roubo de alta precisão colocou novamente o mercado de arte sob alerta. Obras de Auguste Renoir, Paul Cézanne e Henri Matisse foram subtraídas da Fundação Magnani Rocca, no norte da Itália, em uma operação que, segundo autoridades, durou menos de três minutos.

A ação envolveu quatro homens encapuzados que acessaram o espaço durante a madrugada, direcionando-se a uma sala específica antes de fugir pelo parque do museu. A execução rápida e coordenada indica planejamento prévio e conhecimento do local.

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“Natureza-morta com Cerejas” (1885-1887), de Paul Cézanne, foi levada do Museu

Entre as obras levadas estão “Os Peixes” (1917), de Renoir; “Natureza-morta com Cerejas” (1885-1887), de Cézanne; e “Odalisca no Terraço” (1922), de Matisse — peças que, além de valor artístico, carregam relevância histórica e financeira significativa.

Apesar da rápida resposta da segurança, o episódio reforça um ponto sensível: a crescente exposição de ativos culturais a operações altamente especializadas. O caso se soma a outros episódios recentes na Europa, indicando uma sofisticação maior nesse tipo de crime.

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Outra obra-pirma subtraída foi “Os Peixes” (1917), de Renoir

No fim de 2025, o mundo foi surpreendido com um roubo cinematográfico no Museu do Louvre, em Paris. A ação dos bandidos reabriu a discussão sobre a segurança dos museus, quando quatro ladrões subtraíram joias em apenas oito minutos.

 

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