Infraestrutura ambiental
Marquise lidera transformação de resíduos em energia com modelo inovador no Brasil
Por Redação - Em 09/04/2026 às 10:02 AM

“O CTTR é concebido como uma planta industrial integrada, agregando a valoração do resíduo ao seu ciclo de vida”, rdiz o diretor operacional da Marquise Ambiental, Paulo Studart FOTO: Barbosa Neto
A gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil avança para um novo patamar, impulsionada por soluções que combinam tecnologia, escala e viabilidade econômica. Nesse cenário, a atuação da Marquise Ambiental ganha protagonismo ao implementar um modelo que transforma resíduos em ativos energéticos, com impacto direto na sustentabilidade e na infraestrutura urbana.
Reportagem da Revista O Empreiteiro mostra que os Centros de Tratamento e Transformação de Resíduos (CTTRs), desenvolvidos pela empresa, representam uma evolução em relação aos aterros sanitários tradicionais. As entrevistas concedidas à revista destacam que a proposta vai além da destinação final dos resíduos, incorporando processos industriais capazes de gerar valor econômico e ambiental.
Mesmo com avanços regulatórios, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o Brasil ainda enfrenta desafios relevantes. Cerca de 40% dos resíduos urbanos têm destinação inadequada e milhares de lixões seguem ativos. É nesse contexto que a Marquise Ambiental se posiciona como uma das principais operadoras do país, apostando em soluções integradas e escaláveis.
Os CTTRs operam com base em quatro pilares: engenharia com controle ambiental rigoroso, monitoramento contínuo, rastreabilidade operacional e valorização energética. Este último aspecto tem sido central na estratégia da empresa, especialmente com a produção de biogás e sua conversão em biometano e energia elétrica.
“O CTTR é concebido como uma planta industrial integrada, agregando a valoração do resíduo ao seu ciclo de vida”, reforça o diretor operacional da Marquise Ambiental, Paulo Studart.
Um dos principais exemplos está no Ceará, onde a Marquise opera um CTTR em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. A unidade é a primeira do Brasil autorizada a injetar biometano na rede de distribuição de gás natural e já responde por cerca de 15% do volume comercializado no estado. O complexo processa aproximadamente 180 mil toneladas de resíduos por mês, consolidando-se como referência nacional no setor.
A expansão do modelo também alcança outras regiões. Em Manaus, a empresa investiu cerca de R$ 200 milhões em uma unidade adaptada às condições da Amazônia, com capacidade para atender até 16 municípios. A estratégia reforça a regionalização da gestão de resíduos e amplia o alcance das soluções ambientais.
A consolidação desse modelo ainda enfrenta obstáculos, como o elevado investimento inicial, a necessidade de consórcios intermunicipais e desafios regulatórios e de licenciamento. Ainda assim, o potencial de crescimento é expressivo, especialmente diante da demanda por fontes renováveis e pela redução de emissões.
Ao liderar projetos que transformam resíduos em energia e promovem eficiência ambiental, a Marquise Ambiental se consolida como um dos principais agentes da modernização da gestão de resíduos no Brasil, contribuindo para uma agenda que integra sustentabilidade, inovação e desenvolvimento econômico.
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