INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA

Transnordestina integra o CE ao comércio global com ampla atuação da Marquise

Por Marcelo Cabral - Em 03/07/2026 às 12:07 PM

A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Ceará nesta quinta-feira (2), marcou novos avanços na Ferrovia Transnordestina, com a entrega de trechos concluídos, progresso de obras em execução e a assinatura de nova etapa de conexão com o Complexo Industrial e Portuário do Pecém. No centro da operação, a atuação da Marquise Infraestrutura consolida o protagonismo técnico em um dos maiores projetos logísticos do Brasil.

Parte da equipe da Marquise que trabalha na Ferrovia Transnordestina                         Fotos: Divulgação

Os anúncios realizados durante a agenda presidencial incluíram a entrega dos lotes 4 e 5 da ferrovia, o avanço das obras no lote 6 e a autorização para implantação do ramal que conectará a malha ferroviária ao futuro Terminal de Uso Privado (TUP) da Nordeste Logística (Nelog), que está em obras no Complexo do Pecém.

A Transnordestina, com cerca de 1.200 quilômetros de extensão, é considerada um dos principais eixos de transformação logística do Nordeste. Afinal, integra áreas produtoras da região do Matopiba – nova fronteira agrícola nas divisas dos estados do Maranhão, Tocantins, o Piauí e Bahia -, além do interior do Ceará, diretamente ao Porto do Pecém, ampliando a conexão com mercados nacionais e internacionais.

“O Grupo Marquise construiu sua trajetória participando de obras que impulsionam o desenvolvimento do País. Ver novos trechos da Transnordestina sendo entregues reforça nossa convicção de que infraestrutura de qualidade é um dos principais motores da transformação econômica e social”, afirma Carla Pontes, CEO do Grupo Marquise.

Atuação em vários trechos

Lula destacou a importância do projeto para o Ceará e o Brasil

Nesse contexto, a Marquise Infraestrutura concentra atuação em múltiplos trechos estratégicos da obra, incluindo os lotes 1 ao 8 e o lote 11, além do ramal de acesso ao terminal portuário. A empresa se consolidou como um dos principais agentes de execução do projeto, assumindo frentes de alta complexidade técnica e logística. Tudo isso reforça um padrão de engenharia aplicado a grandes obras estruturantes, com foco em escala, precisão operacional e integração entre as diferentes etapas construtivas.

Para o diretor da Marquise Infraestrutura, Renan Carvalho, os avanços representam a consolidação da capacidade técnica acumulada pela empresa ao longo da execução do projeto. “A Transnordestina reúne alguns dos maiores desafios da engenharia brasileira, e fazer parte desse projeto é motivo de grande orgulho para toda a nossa equipe. A entrega desses trechos evidencia nossa excelência técnica e a capacidade de executar projetos de grande porte com qualidade, segurança e eficiência, transformando a logística e impulsionando a economia do Ceará e do País”, destaca.

Com o avanço simultâneo de múltiplos lotes e a conexão direta com o Complexo do Pecém, a ferrovia se aproxima de um ponto de inflexão relevante. Deixa de ser um projeto em construção para se consolidar como eficiente infraestrutura operacional de integração regional.

A obra também redefine a lógica logística do Nordeste ao criar um corredor contínuo de escoamento de cargas como grãos, minérios e combustíveis, com impacto direto na competitividade produtiva das regiões Norte e Nordeste. Mais do que um empreendimento de engenharia, a Transnordestina se posiciona como uma infraestrutura de Estado em fase de materialização – com forte participação técnica da engenharia privada brasileira em sua execução.

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