TECNOLOGIA

Nvidia bate novo recorde e se torna primeira empresa da história a valer US$ 5,5 trilhões

Por REDAÇÃO - Em 14/05/2026 às 2:09 PM

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Jensen Huang, CEO da Nvidia, lidera a empresa em mais um marco histórico impulsionado pelo avanço global da inteligência artificial — Foto: arquivo/Portal IN

A Nvidia voltou a bater recordes no mercado global de tecnologia e se tornou a primeira empresa da história a ultrapassar a marca de US$ 5,5 trilhões em valor de mercado. O resultado consolida a fabricante de chips como a companhia mais valiosa do mundo em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial.

O novo marco foi alcançado poucos meses após a empresa também quebrar a barreira dos US$ 5 trilhões em valuation, em outubro do ano passado. As ações da companhia avançaram após a notícia de que o CEO Jensen Huang acompanhará o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em viagem à China. A expectativa do mercado é de fortalecimento das relações comerciais e de maior abertura do mercado chinês para empresas americanas.

Com a nova valorização, a Nvidia amplia a distância em relação às demais gigantes globais de tecnologia. Atualmente, a companhia vale mais do que Google, avaliada em US$ 4,7 trilhões, e Apple, estimada em US$ 4,3 trilhões.

O crescimento da empresa segue impulsionado pela demanda global por soluções de IA, data centers e infraestrutura de processamento avançado. Neste ano, a Nvidia fechou novas parcerias estratégicas, incluindo um acordo com a Meta para fornecimento de chips e hardware voltados a projetos de inteligência artificial.

As ações da companhia acumulam alta de 74% nos últimos 12 meses. O mercado agora aguarda a divulgação dos resultados do primeiro trimestre fiscal de 2027, prevista para a próxima semana, com expectativa de receita de US$ 78 bilhões.

A disparada das ações também ampliou a fortuna do fundador e CEO Jensen Huang. Segundo estimativas divulgadas pela imprensa internacional, o patrimônio do executivo cresceu US$ 5,4 bilhões em apenas um dia, alcançando US$ 196,1 bilhões.

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