estética autoral

No Píer Mauá, Sabrina Sato reforça assinatura fashion em evento da Rio Fashion Week

Por Marlyana Lima - Em 17/04/2026 às 6:17 PM

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 Sabrina Sato apostou em uma composição que equilibra sensualidade e impacto visual – Fotos: Letycia Miller / Brazil News

Sempre associada à construção de imagem e presença, Sabrina Sato marcou o quarto dia da Rio Fashion Week com um visual que reforça sua identidade no universo da moda: um vestido transparente cravejado, sobreposto a um conjunto de lingerie em tom próximo à pele, apresentado na Exposição de Alta Costura do Carnaval, no Píer Mauá, no Rio de Janeiro.

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A apresentadora participouda Exposição de Alta Costura do Carnaval, no Píer Mauá, no Rio de Janeiro

Conhecida pela estética autoral e pela liberdade criativa, a apresentadora apostou em uma composição que equilibra sensualidade e impacto visual, finalizada com óculos de sol de design quadrado, ampliando a força do styling. A exposição reúne figurinos icônicos já utilizados por Sabrina no Carnaval, todos assinados por Henrique Filho — peças que ajudam a consolidar sua imagem como uma das principais referências de performance estética no país.

Rainha de bateria da Gaviões da Fiel há mais de duas décadas e da Vila Isabel há 15 anos, Sabrina construiu uma trajetória em que moda, espetáculo e presença pública caminham de forma integrada, transformando cada aparição em extensão de sua marca pessoal.

Estreia de reality

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Sabrina também participou do lançamento do novo reality da GNT que estará sob seu comando – Foto: Victor Chapetta/BrazilNews

No mesmo dia, a apresentadora também esteve à frente de compromissos ligados ao entretenimento, participando de evento de lançamento da nova temporada do reality “Minha Mãe com Seu Pai”, exibido pelo GNT. O programa, que reúne pais e mães solteiros em busca de novas relações, aprofunda a abordagem emocional ao colocar os filhos como parte ativa das decisões.

Entre moda, televisão e narrativa pessoal, Sabrina Sato mantém uma presença que vai além da estética — consolidando-se como uma das figuras mais consistentes quando o assunto é construção de imagem no entretenimento brasileiro.

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Geopolítica Religiosa

Papa Leão XIV cruza a África com agenda de paz e protagonismo internacional

Por Julia Fernandes Fraga - Em 17/04/2026 às 5:52 PM

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Na Argélia, Leão XIV visitou a Grande Mesquita de Argel, em diálogo com os muçulmanos da região. Fotos: Reprodução/Instagram

O Papa Leão XIV transformou sua viagem à África em um movimento estratégico de alcance global, levando a mensagem de paz e reconciliação a regiões marcadas por conflitos e reposicionando a Igreja Católica em um dos territórios mais decisivos do século XXI.

Paz como eixo e símbolo de atuação

Um dos momentos mais emblemáticos ocorreu em Bamenda, nos Camarões, onde o Pontífice participou de um Encontro pela Paz e, ao lado da comunidade local, soltou pombas — gesto simbólico em uma região marcada pela violência entre separatistas anglófonos e forças governamentais.

Na catedral de São José, Leão XIV fez um alerta direto: religiões não devem ser instrumentalizadas para fins militares, econômicos ou políticos. Diante de líderes tradicionais, religiosas e famílias deslocadas, ouviu relatos de sofrimento e incentivou a reconstrução da unidade “agora, e não no futuro”.

A agenda incluiu ainda uma missa campal com cerca de 20 mil fiéis, reforçando o impacto da presença papal em territórios atravessados por crises humanitárias.

África no centro da geopolítica global

Ao percorrer Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial, o Papa volta seu olhar à África, que se consolida como espaço estratégico de disputa econômica, política e cultural no mundo contemporâneo.

Nesse contexto, a atuação da Igreja Católica se projeta como instrumento de soft power, capaz de influenciar agendas ligadas à paz, desenvolvimento humano, migração e cooperação internacional.

A escolha de países pouco visitados por pontífices — alguns há mais de três décadas — reforça o caráter simbólico e estratégico da viagem.

Diálogo, fé e desafios contemporâneos

Na Argélia, primeira etapa, o Pontífice seguiu os passos de Santo Agostinho e defendeu o fortalecimento do diálogo entre cristãos e muçulmanos. Em discursos, também abordou temas como migração, exploração de recursos naturais e a necessidade de sociedades mais abertas e participativas.

Nos Camarões, destacou o papel das religiões na construção da paz em meio a crises internas. Já em Angola, enfatizou juventude, fé e potencial de transformação social, sem ignorar desafios como desigualdade e corrupção.

Na Guiné Equatorial, última etapa, o foco recai sobre o potencial humano e cultural, além do compromisso da Igreja com a construção de uma cultura de paz.

Tensão internacional e posicionamento do Vaticano

A viagem também ocorre em meio a ruídos no cenário global. Declarações recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticando o posicionamento do Papa sobre conflitos internacionais, ampliaram a dimensão política da agenda.

Em resposta, Leão XIV reafirmou o papel da Igreja como agente de paz, destacando que não teme críticas ao defender o diálogo, o cessar-fogo em zonas de guerra e a reconciliação entre nações.

Em um mundo fragmentado por conflitos e disputas de poder, a mensagem do Pontífice ecoa como tentativa de reconstruir pontes — entre povos, culturas e interesses.

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“Mão Santa”

Morre Oscar Schmidt, ícone do basquete mundial e símbolo do esporte brasileiro, aos 68 anos

Por Marlyana Lima - Em 17/04/2026 às 5:26 PM

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Oscar Schmidt foi celebrado como um dos maiores atletas do basquete mundial – Foto Divulgação

O Brasil se despede de um dos maiores nomes de sua história esportiva. Morre, aos 68 anos, em São Paulo, Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, referência global e maior ídolo do basquete brasileiro.

Ícone de uma era e símbolo de excelência dentro e fora das quadras, Oscar Schmidt construiu uma trajetória marcada por números históricos e protagonismo internacional. Com mais de 49 mil pontos na carreira, consolidou-se como um dos maiores pontuadores da história do esporte mundial.

Pela seleção brasileira, escreveu capítulos decisivos ao se tornar o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos, além de disputar cinco edições do torneio — marca que reforça sua longevidade e consistência em alto nível.

Seu momento mais emblemático veio nos Jogos Pan-Americanos de 1987, quando liderou o Brasil na histórica vitória sobre os Estados Unidos, em Indianápolis — um dos episódios mais marcantes do esporte nacional e referência de superação e competitividade.

Hall da Fama

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Oscar entrou para o Hall da Fama da FIBA

Reconhecido internacionalmente, Oscar Schmidt foi incluído no Naismith Memorial Basketball Hall of Fame e no Hall da Fama da FIBA, consolidando um legado que ultrapassa fronteiras e gerações.

No Brasil, sua carreira passou por clubes como Palmeiras, Sírio — onde foi campeão mundial —, além de experiências na Europa e retorno ao país para encerrar a trajetória no Corinthians, reforçando sua conexão com diferentes fases do basquete nacional.

Mesmo após deixar as quadras, manteve-se como figura de inspiração ao enfrentar por mais de uma década um tumor cerebral, encarando o desafio com a mesma disciplina e resiliência que marcaram sua carreira esportiva.

No último dia 8 de abril, foi eternizado no Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB), homenagem recebida por seu filho, Felipe Schmidt — reconhecimento recente de uma trajetória que ajudou a moldar o esporte no país.

A morte de Oscar Schmidt encerra um capítulo fundamental do basquete brasileiro, mas preserva um legado que transcende estatísticas: uma combinação de talento, mentalidade e impacto que segue como referência para atletas, líderes e gerações futuras.

A morte de Oscar Schmidt encerra uma era do basquete brasileiro, mas mantém viva uma herança que transcende o esporte — marcada por excelência, disciplina e uma mentalidade que influenciou atletas, líderes e admiradores dentro e fora das quadras.

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