Magistratura cearense

Desembargador Paulo Régis defende Justiça mais próxima da sociedade ao assumir cadeira no CNJ

Por Julia Fernandes Fraga - Em 19/05/2026 às 12:36 PM

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O magistrado cearense é um dos três indicados pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) para mandato de dois anos. Fotos: Rômulo Serpa e Luiz Silveira/CNJ

O desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (TRT-7), Paulo Régis Machado Botelho, assumiu nesta segunda-feira (18), em Brasília, uma cadeira no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) defendendo um Judiciário mais próximo da sociedade, mais humano e comprometido com eficiência e diálogo institucional.

Em seu discurso, Paulo Régis enfatizou que pretende contribuir para uma Justiça “mais próxima do cidadão” e destacou a necessidade de integração entre magistratura, operadores do Direito e sociedade.

“Nosso dever como magistrado é responder com celeridade, qualidade e integridade às inquietações das pessoas”, afirmou o desembargador cearense.

O magistrado também ressaltou o papel do CNJ no amadurecimento institucional do Judiciário brasileiro, especialmente a partir das metas nacionais de gestão judicial e das políticas voltadas à melhoria da prestação jurisdicional.

A posse ocorreu durante a renovação parcial do colegiado conduzida pelo presidente do STF e do CNJ, ministro Edson Fachin. Para Fachin, a renovação do Conselho representa uma abertura ao diálogo, à pluralidade e ao aperfeiçoamento contínuo das instituições.

Novos conselheiros

Além de Paulo Régis, tomaram posse a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Kátia Magalhães Arruda, cearense com trajetória consolidada na magistratura trabalhista; a juíza do trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), Noemia Aparecida Garcia Porto; a desembargadora federal do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), Andréa Cunha Esmeraldo; e o juiz federal no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Ilan Presser. 

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