Sistema Brasileiro

Livro do desembargador Durval Aires Filho recoloca confiança nas urnas no centro do debate eleitoral

Por Julia Fernandes Fraga - Em 22/06/2026 às 12:32 PM

Whatsapp Image 2026 06 22 At 11.33.12 (2)

Ao lado do desembargador Durval – ponta esquerda – estiveram o presidente da ACL, Tales de Sá Cavalcante, e o colega desembargador Fernando Ximenes. Fotos: André Gorki/FBTV/Divulgação

Em um momento em que o debate sobre desinformação e confiança nas instituições volta a ganhar relevância no cenário político nacional, o desembargador cearense Durval Aires Filho lançou, em Fortaleza, o livro “Urnas Eletrônicas Brasileiras: a desinformação que não deu certo”. A obra reúne análises históricas, jurídicas e técnicas sobre o sistema eletrônico de votação brasileiro e sua trajetória ao longo das últimas décadas.

O lançamento ocorrido no Palácio da Luz, sede da Academia Cearense de Letras (ACL), na quinta-feira (18), reuniu magistrados, acadêmicos e autoridades em solenidade conduzida pelo presidente da entidade, Tales de Sá Cavalcante.

Para o dirigente, o livro chega em um momento que “torna-se imprescindível distinguir opinião de evidência, narrativa de fato, convicção de demonstração”. Além de defender o diálogo entre diferentes correntes de pensamento como instrumento de fortalecimento da democracia brasileira.

Debate em curso

O lançamento da publicação ocorre em um contexto de mobilização crescente da Justiça Eleitoral em torno da preparação das eleições de 2026. Nos últimos meses, instituições como o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Ceará (OAB-CE) e a Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACERT) vêm promovendo discussões sobre desinformação, inteligência artificial, comunicação eleitoral e segurança do processo democrático.

Durante o evento, o autor, desembargador Durval Aires Filho, destacou que o livro busca enfrentar, com base em análises históricas, jurídicas e técnicas, os questionamentos dirigidos ao sistema eleitoral brasileiro.

Segundo o magistrado, auditorias, decisões judiciais e décadas de utilização das urnas eletrônicas demonstram a segurança e a legitimidade do modelo adotado pelo país.

Acompanhe os registros: 

Mais notícias

Ver tudo de IN Poder