Arte e estilo

Jade Picon, Esther Marques e influenciadoras movimentam abertura da SP-Arte 2026 no Pavilhão da Bienal

Por Jussara Beserra - Em 09/04/2026 às 4:41 PM

Jade Picon (2)

Fashionistas marcam presença na abertura da SP-Arte 2026 – Créditos: Andre Ligeiro

Moda, arte e joalheria dividiram o mesmo espaço na noite de abertura da SP-Arte 2026, realizada nesta quarta-feira (8), no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera. Jade Picon, Enzo Celulari e Bianca Comparato estiveram ao lado das influenciadoras Marcella Tranchesi, Bianca Corona, Catarina Tourinho e Esther Marques, transformando o primeiro momento da feira em vitrine de comportamento.

Impossible Flora

Impossible Flora

Parte das influenciadoras circulou pela feira a convite da Sauer, que apresentou durante a SP-Arte a coleção Impossible Flora, inspirada em uma botânica imaginária. A diretora criativa Stephanie Wenk desenvolveu o conceito a partir do livro Parallel Botany (1976), do escritor e ilustrador Leo Lionni, que propõe uma vegetação fictícia construída a partir da observação da natureza.

Outros convidados prestigiaram a abertura da feira a convite da Dior, reforçando a presença de casas de moda no circuito cultural. A SP-Arte reafirma, assim, sua força como plataforma onde estética, mercado e imagem pública se conectam, com os looks assumindo protagonismo como extensão da narrativa artística.

A feira segue aberta ao público e pode ser conferida até o dia 12, mantendo o Pavilhão da Bienal como um dos centros mais observados do calendário cultural brasileiro.

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Feira de arte

Alê Jordão apresenta série escultórica com referência ao mobiliário na SP-Arte

Por Jussara Beserra - Em 09/04/2026 às 4:18 PM

Aviões De Papel No Céu

Obras de Alê Jordão na SP-Arte exploram objetos cotidianos em linguagem escultórica – Fotos: Divulgação

Em cartaz na SP-Arte, a produção recente do multiartista paulistano Alê Jordão propõe uma leitura onde escultura e mobiliário se aproximam e tensionam a lógica do uso. As obras, apresentadas no estande da Galeria Choque Cultural, com curadoria de Baixo Ribeiro, podem ser conferidas até o dia 12 de abril, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo.

As peças partem de estruturas reconhecíveis, como cadeiras e superfícies, que são deslocadas para um território mais experimental. O objeto permanece utilizável, enquanto sua forma passa a questionar ergonomia, estabilidade e permanência, aproximando arte e cotidiano. Em algumas séries, o artista cria trabalhos que preservam a função, mas deslocam o objeto para o campo escultórico.

“A SP-Arte sempre foi um espaço importante para apresentar meu trabalho. Quero que o público perceba como essas peças dialogam com o espaço e com o próprio corpo”, afirma Alê Jordão.

Alê Jordão transforma objetos cotidianos em esculturas

Entre os trabalhos apresentados estão esculturas produzidas com aço inoxidável, vidro blindado e metal reaproveitado, incorporando marcas e tensões à composição. A funcionalidade é mantida, enquanto o gesto artístico amplia a experiência do uso e desloca o design para um campo mais crítico.

O artista também revisita ícones do design moderno, reinterpretando referências históricas com novas cargas materiais. O resultado são peças que transitam entre arquitetura, arte e objeto, ampliando a presença física no espaço.

Outro eixo aparece nas estruturas com neon, em que a luz deixa de cumprir função utilitária e passa a atuar como matéria escultórica. As obras autoiluminadas introduzem cromatismo intenso e dialogam com o ambiente expositivo.

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Série apresentada na SP-Arte aproxima design e arte

Na SP-Arte, a produção de Alê Jordão se insere em um contexto que aproxima arte contemporânea e design autoral, propondo objetos que deixam de responder apenas à função e passam a operar como linguagem visual.

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ESTRATÉGIA DE EXPANSÃO

MDNE acelera crescimento no 1TRI26 e supera R$ 1,55 bilhão em lançamentos

Por Marcelo Cabral - Em 09/04/2026 às 3:40 PM

A MDNE inicia 2026 com resultados expressivos, consolidando sua estratégia de expansão sustentável e reforçando seu protagonismo no mercado imobiliário do Nordeste. Na prévia operacional do primeiro trimestre de 2026 (1TRI26), a companhia lançou oito projetos, somando um Valor Geral de Vendas (VGV) bruto de R$ 1,55 bilhão e VGV líquido de R$ 1,28 b – um crescimento de 217,9% em relação a igual período de 2025 e de 29,3% frente ao trimestre anterior.

Diego Villar destaca que resultados refletem a consistência estratégica da MDNE       Foto: Thiago Freire

As vendas líquidas da incorporadora líder no mercado imobiliário do Nordeste atingiram R$ 1,02 bilhão no período, avanço de 85,7% na comparação anual e de 46,6% sobre o quarto trimestre de 2025, impulsionadas principalmente pelo desempenho dos empreendimentos no modelo de condomínio. Outro indicador relevante foi a redução dos distratos, que encerraram o trimestre em 4,1% das vendas brutas, uma melhora significativa frente aos 9,4% registrados no mesmo período do ano passado.

Eficiência operacional e visão de longo prazo

Beach Class Salvador, um novo empreendimento da incorporadora

A velocidade de vendas (VSO) manteve-se em patamar elevado, alcançando 52,5% nos últimos 12 meses, enquanto o VSO de lançamentos atingiu 57%, evidenciando a forte absorção dos produtos pelo mercado. No período, a companhia também entregou quatro projetos, totalizando um VGV bruto de R$ 403 milhões, ao mesmo tempo em que registrou consumo de caixa de R$ 120,1 milhões (ex-dividendos e follow-on), refletindo o ritmo acelerado de investimentos.

A MDNE mantém um landbank robusto, com 57 terrenos em excelentes localizações e potencial de VGV bruto estimado em R$ 10,4 bilhões, garantindo visibilidade e capacidade de crescimento para os próximos ciclos. Mesmo com lançamentos relevantes no trimestre, a empresa conseguiu recompor seu banco de terrenos, com 75% das aquisições realizadas via permuta.

Segundo o CEO do Grupo MDNE – que integra as construtoras Moura Dubeux, Mood e ún1ca -, Diego Villar, os resultados refletem consistência estratégica e capacidade de execução. “Os resultados do primeiro trimestre reforçam a solidez do nosso modelo de negócios e a assertividade na alocação de capital. Seguimos capturando oportunidades relevantes no Nordeste, com forte demanda e diversificação de produtos, o que sustenta nosso crescimento com disciplina e geração de valor no longo prazo”, afirma.

Expansão e diversificação

A companhia segue avançando na diversificação do portfólio, com atuação que vai do econômico, passando pelo médio e chegando ao alto luxo, além de ampliar sua presença nas principais capitais nordestinas. Outro movimento estratégico foi o avanço da subsidiária ún1ca, voltada ao programa habitacional econômico, que ingressou como sócia em dois lançamentos por meio de joint-venture com a Direcional Engenharia.

O desempenho do trimestre reforça a capacidade da MDNE de combinar crescimento acelerado com disciplina operacional, consolidando sua posição como uma das principais incorporadoras do Nordeste. Além de gerar milhares de empregos e movimentar a economia nas sete praças onde opera.

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